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Queda de 15% nas vendas no 1º trimestre para a LVMH e Christian Dior

20/04/2020 - 10h59

A crise de saúde provocada pelo coronavírus surpreendeu o mundo inteiro com todos os seus setores desde dezembro. O seu efeito foi então acentuado no primeiro trimestre de 2020, levando a decréscimos consideráveis. Este é o caso da LVMH e Christian Dior, cujas vendas caíram 15%.

Nossas dicas para negociar ações da LVMH

Número da dica 1

Evidentemente, e para analisar as próximas tendências dessa ação, atentar-se-á ao setor do luxo, e notadamente sua evolução em determinados países onde a demanda está em plena expansão, como a China;

Número da dica 2

O grupo poderia também aumentar sua rentabilidade e suas quotas de mercado ao apostar no e-comércio e, portanto, acompanhar-se-ão atentamente os esforços do grupo LVMH neste sentido;

Número da dica 3

A estratégia do grupo é fortemente focalizada na aquisição e acompanhar-se-ão os anúncios de compra de empresas ou filiais que lhe permitirão crescer ainda mais;

Número da dica 4

Obviamente, e como a maioria das empresas do setor de luxo, a LVMH enfrenta um problema importante de pirataria dos seus produtos que pode prejudicar sua imagem e suas vendas. Portanto, observar-se-á esse elemento;

Número da dica 5

Vai sem dizer que você deve também analisar com a maior atenção a concorrência nesse setor de atividade, com as publicações e eventos relevantes seus principais adversários no âmbito internacional;

Número da dica 6

Finalmente, a reputação do grupo é extremamente importante para suas futuras vendas e levar-se-ão em conta todos os eventos suscetíveis de trazer ao grupo melhorias ou prejuízos.

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O setor de luxo e da moda sendo um dos raros setores a não padecer da atual crise, os investidores apreciam especialmente os títulos das grandes empresas dessa área de atividade. Neste artigo, lhe propomos descobrir como aproveitar essa oportunidade por meio da ação LVMH, ao lhe fornecer as chaves de uma análise pertinente de suas cotações.  

 

Apresentação geral da empresa LVMH:

A LVMH, originalmente conhecido como Louis Vuitton, é um grupo especializado em produtos de luxo, área em que essa empresa é líder mundial. Sua atividade abrange ao mesmo tempo a área da moda, dos artigos de couro, vinhos e álcoois, bem como perfumes, cosméticos, relojoaria e joalheria.

Seus produtos são distribuídos mundo afora, principalmente na França e na Europa, por meio de grandes redes de distribuição internacionais. Mais especificamente, podem dividir-se as atividades desse grupo em diversas categorias, de acordo com o quinhão do volume de negócios que geram. Assim sendo, temos:

O grupo possui atualmente mais de 4.910 lojas no mundo e realiza 9% do seu volume de negócios na França, 19% na Europa, 7% no Japão, 30% na Ásia, 24% nos Estados-Unidos e 11% no resto do mundo.

No total, o grupo LVMH apresenta um volume de negócios de cerca de 13 biliões de em 2019 para uma capitalização financeira total de EUR 200 biliões. Nota-se também que a totalidade do volume de negócios da empresa não é auferido na Europa.

 

Concorrência da ação LVMH:

Graças a suas marcas em constante crescimento, como a Louis Vuitton, e à diversificação de suas atividades, o grupo LVMH continua liderando o setor do luxo no mundo. Porém, ele enfrenta uma concorrência cada vez mais acirrada por parte de outros grandes grupos internacionais. É fundamental conhecer essas empresas concorrentes, a fim de realizar análises pertinentes da cotação desse título. A seguir, lhe propomos descobrir quais são os principais concorrentes do grupo LVMH. Trata-se principalmente de empresas do setor de luxo, vinhos e álcoois, que são concorrentes de determinadas atividades específicas da LVMH. Até o momento, nenhum grupo apresenta uma concorrência global que integre todas as atividades da empresa.

 

Pontos fortes e vantagens da ação LVMH enquanto ativo financeiro:

O primeiro trunfo inegável do grupo LVMH concerne obviamente ao seu posicionamento no mercado internacional. Até hoje, a LVMH é número um mundial do luxo e se destaca, notadamente, em algumas áreas específicas como champanhe, conhaque e artigos de couro. No que se refere à moda, perfumes ou cosméticos, o grupo também faz parte dos maiores grupos mundiais. Notar-se-á, por fim, que a LVMH se posiciona em terceiro lugar mundial nas áreas de relojoaria e joalheria.

Para falar em concorrência, notaremos que a mesma é relativamente pouco relevante, haja vista o posicionamento muito sólido da empresa LVMH. Lembremos, de fato, que a empresa possui nada menos do que 70 marcas famosas no setor do luxo, como a marca Louis Vuitton, que é o número 1 mundial na sua área, com um crescimento constante e uma notável taxa de rentabilidade, mas também a Moët-Hennessy na área de bebidas, bem como as marcas Dior, Céline, Givenchy, Guerlain, Kenzo, Bulgari, TAG Heuer ou Hublot. Por meio dessas diversas marcas, a LVMH possui uma forte presença no mercado do luxo em todo o mundo, pois ocupa todos os segmentos desse setor.

Aprecia-se também a boa repartição geográfica das rendas do grupo, com sua presença em todas as partes do mundo. Dessa forma, o grupo gera tanta renda na Ásia quanto na Europa ou nos Estados-Unidos, o que lhe confere uma exposição mínima aos riscos econômicos e, portanto, melhor estabilidade financeira.

A repartição das diversas atividades da LVMH também mostra uma forte estabilidade. Notamos isso para as atividades de moda e artigos de couro, de um lado, e, do outro, as atividades com vinhos e álcoois, que são os dois corações do grupo, mas sem desmerecer o setor da distribuição de relógios e joias.

No âmbito de sua estratégia global, o grupo LVMH exerce um excelente controle dos seus circuitos de distribuição. Com efeito, ele está à frente de uma rede mundial composta das redes DFS no mercado asiático, e também Miami Cruise, Sephora ou Le Bon Marché, na Europa.

A LVMH é também uma empresa extremamente rentável que realiza uma margem operacional estável no mercado de luxo, girando em torno dos 20%, seja qual for o contexto econômico ambiente.

Finalmente, e de forma geral, a situação financeira da LVMH apresenta vários pontos interessantes para atrair os investidores, com um flux de caixa de mais de 3,7 biliões de euros, uma taxa de endividamento de 16% e vários anos recordistas em termos de rentabilidade operacional em geral, bem como das vendas realizadas.

 

Fragilidades e inconvenientes da ação LVMH enquanto ativo financeiro:

Como acabamos de ver, a ação LVMH enquanto ativo financeiro tem como agradar os acionistas em busca de um título promissor e estável. No entanto, tal atratividade deve ser mitigada pelos poucos defeitos que apresenta esse valor mobiliário que, evidentemente, possui algumas fragilidades. É por esse motivo que convidamo-lo(a) a descobrir os inconvenientes que apresenta essa empresa e as ameaças de que ela deve se precaver.

A maior fragilidade do grupo LVMH é, em primeiro lugar, sua forte exposição ao mercado de câmbio e seus imprevistos. Com efeito, a ação do grupo LVMH é diretamente sensível à paridade euro/dólar e euro/iene, pois é nessas moedas que é efetuada a maior parte de suas vendas. Taxas de câmbio desfavoráveis podem levar a LVMH a adotar uma estratégia de aumento de preço para a venda na divisa nacional para compensar uma cotação alta do euro.

Nota-se também outra ameaça latente para o grupo com o crescimento do mercado paralelo, que se pauta no intervalo de preço entre a Europa e a Ásia, o que gera cada vez mais perdas para a LVMH.

Recentemente, o grupo registrou também uma queda importante de suas vendas no mercado japonês, notadamente no ano de 2016, e teve de reposicionar sua marca Marc Jacobs. Esse retrocesso de vendas fez claramente cair a rentabilidade do grupo no mercado asiático.

Finalmente, e se o volume de negócios das diversas atividades mostra, como vimos, um bom equilíbrio com uma boa repartição nos diversos ramos de atividade, a rentabilidade dessas atividades é muito menos equilibrada umas com relação às outras. Nota-se, de fato, que a grande maioria do lucro do grupo é gerada pelos artigos de couro, segmento que realiza uma margem operacional de 45%. O grupo é, portanto, fortemente exposto à saúde econômica e à demanda desse único mercado.

Perguntas frequentes sobre ações da LVMH

A ação LVMH faz parte do CAC 40?

O CAC 40, índice principal do NYSE Euronext Paris, é composto pelas 40 empresas francesas cujos títulos somam os maiores volumes de transações. Trata-se de “valores estrelas” da Bolsa de Paris das quais a ação LVMH faz parte. Não somente a empresa de Bernard Arnault apresenta liderança no universo do luxo, como também é a “diva” da Bolsa parisiense. Com efeito, a empresa LVMH é a primeira capitalização financeira do CAC 40 com 200 biliões de euros. Sozinha, ela pesa mais de 11% da capitalização total dos 40 valores do índice.

Qual é o preço de uma ação LVMH?

No dia 4 de fevereiro de 2020, a ação LVMH estava cotada em 410,60 euros no final da sessão. Atingiu 439,05 euros, seu pico histórico mais alto, em 17 de janeiro de 2020. No início de 2010, o título era negociado em torno de 78,00 euros, e a cotação não parou de crescer até hoje. O valor da ação LVMH, portanto, foi multiplicado por 5,2 em 10 anos. O preço de uma ação LVMH pode também ser visto em função do seu “price earning ratio” (PER). Esse indicador corresponde à razão da cotação de um valor mobiliário dividido pelo lucro líquido por ação. O PER do título LVMH era de 27,73 no início de fevereiro de 2020.

Onde e como negociar a ação LVMH on-line?

Se você deseja negociar na Bolsa de Valores especulando na alta ou na queda da cotação da ação LVMH, recomendamos que se cadastre numa corretora confiável, possuindo todos os credenciamentos necessários e as ferramentas mais inovadoras.

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